O Toquinho

Com vocês: O Toquinho, o dog influencer mais famoso de Porto Alegre!

A história deste pequeno vira-lata, que tem muita raça e determinação, é linda. O “cara” é um grande guerreiro, não há dúvidas. Ele tinha tudo para morrer, mas não: está lépido e faceiro ganhando likes na sua conta do Instagram. Ele tirou a sorte grande na vida, mesmo tendo sofrido uma fratura na coluna que imobilizou suas patas traseiras e contraído cinomose. Afinal, nada como estar no lugar certo e na hora certa. A Mari (hoje sua mamis) acabara de entrar para fazer um estágio na clínica veterinária que o Toquinho foi abandonado. Portanto, o resto da história você confere no bate-bola que ela fez com a gente e seja bem-vindo ao fã club do Toquinho #tocolovers .

mulher sorrindo com cachorro no colo
Toquinho e Mari: o amor que estava “escrito”

Conheça e apaixone-se pelo Toquinho, o dog influencer mais famoso de Porto Alegre

1.) Como “aconteceu” o Toquinho na vida de vcs?

O Toquinho foi abandonado na clínica em que trabalho. Ele chegou na mesma semana que eu entrei para fazer estágio. Chegou filhote, com uma fratura de coluna e cinomose. Falávamos para ninguém se apegar a ele, pois já imaginávamos o pior. E, contra tudo e todos, sobreviveu! Impossível não se apaixonar por ele. Sempre foi meu xodó na clínica e ficava grudado em mim. Portanto, assim que eu e meu marido nos mudamos para um apartamento maior, a primeira coisa foi trazer para casa.

2.) Por que o nome Toquinho?

Além dele na época ser um toquinho de tão pequeno, o rabinho dele é literalmente um “toquinho”.

3.) Tu já teve um cachorro antes do Toquinho?

Sempre tive animais em casa. Eu não poderia ter outra profissão senão médica veterinária. Afinal, nasci em uma casa rodeada de bichos. Tenho lembranças lindas e fotos e todos nossos animais. Cada um sendo especial do seu jeito. A minha alegria era quando podia levá-los escola ou fazer festa de aniversário para eles – mesmo com 6 anos de idade! Minha mãe tinha uma loja de festas infantil e a decoração estava garantida.

criança com gato no colo
Mari e sua turma peluda

4.) Tu sempre soube que ias estudar veterinária?
Sempre, costumo falar que existem dois tipos de amantes dos animais: os que amam, mas não tem coragem de se tornar veterinários e os que tem. Afinal, não é fácil: é uma profissão linda, mas que infelizmente não recebe o mérito que merece. Salvar uma vida e entender o que um animalzinho, que não fala, tem é incrível. Portanto, jamais pensei em ser outra coisa.

5.) Qual é a mensagem que vocês querem passar com a conta do Toquinho?

Para nós, números ou status não é tão importante. Queremos mostrar como é a vida de um cão com necessidades especiais. Além disso, também tocar o coração das pessoas para que adotem pets especiais.

O dia em que ele virou mascote do Grêmio

6.) O Toquinho vai aos jogos com vcs? Como ele tornou-se mascote do Grêmio?
Um belo dia, levamos o Toco na Arena e tiramos uma foto que viralizou. O clube ficou sabendo e nos deu uma cama em forma de estádio. Já participamos até dos eventos consulares do Grêmio. Infelizmente, em dias de jogo não podemos levá-lo. Certamente estamos “lutando” para a Arena ter um camarote pet friendly como o Mineirão e o Maracanã possuem.

cachorro vestido com a camisa do Grêmio
Mascote do time de futebol gaúcho Grêmio

7.) Como é o dia a dia do Toquinho? 
Eu e o pai do Toco temos uma vida agitada, assim como qualquer família. Saímos pela manhã para nossas atividades e, muitas vezes, voltamos apenas no fim da tarde. Eu só falo: “mamãe já volta” e ele já vai para a caminha dele. No entanto, mesmo sendo super independente, ele precisa de nós para fazer xixi e cocô. Precisamos fazer compressão (apertar) e assim ele faz as necessidades. Além disso, ele faz fisioterapia uma vez na semana. Passeia sempre que dá e, muitas vezes, vai comigo para a faculdade ou trabalho do meu marido.

cachorro em sala de aula
Toquinho na faculdade com a Mari

Além disso, aos finais de semana, temos alguns eventos e aproveitamos para passear com ele.

casal com cachorro no colo o beijando
a família Toquinho, como a Mari os chama

8.) E como é a personalidade dele? 
Quem conhece pessoalmente o Toquinho fica impressionado com sua agilidade e independência. Ele é um cão como qualquer outro. Portanto, não há obstáculos que ele não vença. É bem sapeca: brinca sozinho com seus brinquedos. E AMA os “recebidos” dele. Toca o interfone e ele já sabe que é coisa pra ele. Dorme junto da gente na cama e é bem comilão. Agora está de dietinha, pois está com uma barriguinha. Por ele ser especial, sobrepeso faz mal.

9.) Tu vais a restaurantes e hotéis com ele? Como é um final de semana de vcs?
O Toquinho nos acompanha em tudo: já visitamos hotéis, restaurantes e cafés. Ou seja, é um membro da nossa família. Se o local não é pet friendly, nós não vamos. Final de semana é agitado por aqui, entre os eventos que ele participa, passeios e sapequices do guri.

10.) Já leste o livro do Guia Pet Friendly RS? Qual o lugar do livro que tu ainda não conhece e quer ir?
Li! Alguns locais a gente conhece e adoramos ir. Queremos conhecer todos! O Pétit Casa da Montanha, por exemplo,seria legal ir! E o Puppi Baggio, onde fui pedida em casamento, seria incrível voltar com o Toco!

cachorros sentado no sofá
Toquinho e Ella no lançamento do livro “Guia Pet Friendly RS” quando foi nomeado jornalistinha pet do Guia Pet Friendly

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