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Bistrô Pirilampo

(use para a categoria comer&beber)

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Em uma noite iluminada por vaga-lumes no alto da Serra da Bocaina, o bistrô Pirilampo foi batizado. Luciana e Wilson jantavam na varanda, com o trio de orelhudos Max, Baruk e Lupita aos pés, quando tiveram a ideia do nome. Créditos às dezenas de pirilampos que piscavam sem parar. O nome ficou simpático ao pequeno bistrô e sua fama cresceu entre os moradores da pacata São José do Barreiro, cerca de 350 km da capital paulista.
Diferenciais
Valores

Em 2009, dois anos antes do Pirilampo nascer, a pousada Encanto da Bocaina foi criada. Ela começou com apenas um chalé. Logo veio o segundo e o terceiro completou o projeto idealizado pelo casal. Na pequena “grande” cozinha está Wilson Martins. A Luciana comanda o café da manhã e a sous chef do marido. Eles dão conta de tudo e ainda conseguem dar atenção aos visitantes. O segredo está, justamente, em fazer o que gostam.

O pequeno que satisfaz

São apenas três chalés e tudo consta que se manterá assim. O motivo é simples: para receber bem há uma capacidade máxima a ser respeitada. E uma regrinha a ser seguida pelos comensais: reservas são necessárias.

O cardápio deixa felizes gregos e troianos, pois há pratos à base de carne, frango e peixe. Além de massas e risotos. E, veja bem, não écomida para apenas matar a fome. O Wilson mostra que os aprendizados trazidos de casa foram muito bem assimilados. Foi a dona Hilda, avó do carioca da gema, a responsável por despertar nele o talento e amor pela gastronomia.

Todos os pratos acompanham a salada orgânica, comprada de pequenos produtores da região, que é temperada com os azeites da casa, aromatizados com ervas. Espere ser servido à francesa e coma com os olhos, pois o capricho é latente e pode ser visto na apresentação dos pratos, nas louças, toalhas, decoração e demais cantinhos da pousada e bistrô.

Provados e aprovados

Chegamos em uma sexta-feira à noite: cansados e com fome. Eu havia esquecido de reservar o jantar no bistrô. Dei sorte. O Wilson conseguiu me atender com o que tinha na geladeira (!!) e que fosse rápido de fazer. Moral da história? Comi um penne al pesto que estava delicioso. E neste momento dei meu primeiro voto de confiança ao chef. No dia seguinte, fui prudente e fiz a nossa reserva. Apostei no risoto de funghi e, mais uma vez, me dei bem. Ele chegou al dente e supersaboroso. Duas especialidades do Wilson que devem ser provadas (e que foram fotografadas) são as iscas de frango com catupiry e abacaxi e o risoto de alho poró e linguiça.

O café da manhã é um capítulo à parte: ele é servido em cima do balcão do bistrô. Cada potinho, jarra e travessa tem uma plaquinha ao lado identificando a gostosura: há geleia de goiaba e de banana (ambas caseiras), bolo de limão e cuca de banana (feitos no dia), pão de leite com castanha do Pará e pão de banana integral (que ganhou 10 com estrelinha). E você tem direito a um acompanhamento quente: dependendo do dia tem ovos mexidos (e servido no formato de coração), tapioca ou pão de queijo. Ah, os pães e bolos estão à venda. Faça sua encomenda.

Ser pet friendly

Eles são pet friendly até de baixo d’água! E ainda têm como hostess a vira-latinha Lupita, o labrador Max e o border colie Baruk, que adoram brincar com outros cachorros. O bistrô oferece mesas na varanda, com uma linda vista para a serra da Bocaina, e na sala junto à lareira. Na parte de fora, os pets são aceitos sem restrições e dois grandes potes estão sempre cheios de água fresquinha. No caso dos donos desejarem sentar na parte interna, há ganchos (mosquetões) para prender a coleira. Como apenas uma parede de vidro separa os dois ambientes, a cachorrada pode ficar de olho nos donos. E vice-versa. Tudo que nos resta é pirilampar à vontade!

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